ELA INIGMÁTICA
Quem é ela Que passa feito um tufão lá no alto da minha visão Quem é ela que virou canção pra lua Que nua se veste de sol Só pra me ver roubar seu olhar Ela vem em minha direção Eu corro em todas as estações E ela nunca está lá Quem é ela Que olho da janela do meu castelo de areia Que eu mesmo construi Quem é ela que se faz poema inspirado Que se fez jardim regado Pelo ato da minha escravidão Quem é ela que me ancorou aqui No seu porto sentimento E me fez calar Diante deste Nirvana Que é a sua presença. Radyr Gonçalves Copyright 2008 31 de julho 03:45 da madrugada fria
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Madalena, eu vou embora
Espargi alegria nessa porra!
Entre os preceitos e os preconceitos
Entre cortinas e palcos
Entre saltos e os assaltos desta vida
Madalena, lá vou eu
Carregando na mala alegria
Na alma meu deboche colorido
Na áurea um riso frouxo
Nesta vida levando um presente
Um presente divisível
Madalena, sorria pra mim
Madalena, porra! Escancare vossos risos
Soltem as vossas frangas
Descubram a galinha que há em cada um de vós
Madalena, abraçai eternamente a rainha do deboche
Madalena, cantai, sorri, faça festa!
Madalena, abra suas eternas cortinas
Estendam o palco
Ensaiem os aplausos
Não meça os risos
Dercy está entre vós
Bando de porra, riam!
--Eu morri, mais tou vendo tudo seus fuleiros!
Podem tirar essas lagrimas dos olhos
Deixem de frescura, porra!
Radyr Gonçalves
em 21 de julho de 2008
às 5:40
Natal/Rio Grande do Norte


