Henrique chora a morte de Aluizio

De repente um silencio
De súbito uma lágrima
Que corre face a baixo e inunda a alma
Invadindo o recôndito do intimo
Um coração ferido
Um peito apertado
Uma dor não medida
Uma sentença única: A partida
Henrique chora a partida do pai
Um flash back verde em sua mente passa
As palavras de ouro
Os conselhos sem preço
A voz do velho pai
As corridas pelo tempo áfora
As trilhas de outrora
O povo, o canto, as vitórias
Os castelos de sonhos que o velho pai ergueu
Henrique ergue a cabeça e contempla a herança maior: A esperança incalculável!
...De repente um silencio.
Radyr Gonçalves
13 de setembro de 2007
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