CONTO PEQUENO DE UM POEMA MORTO
Que em meio a um dilema
Morreu.
Não sei de quê
Não sei por quê
Mas morreu.
Não se esticou numa prosa
Nem imitou a semente viçosa
Simplesmente feneceu...
Morreu.
Não sei de quê
Não sei por quê
Só sei que morreu.
Radyr Gonçalves
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04 de dezembro
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