<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" >
<channel>
<title>O PORTAL DE RADYR GONÇALVES </title>
<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com</link>
<description>As letras fazem a festa na pena de Radyr Gonçalves (Dolores Caminha, publicitária) </description>
<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 07:07:45 +0100</pubDate>
<image>
<title>O PORTAL DE RADYR GONÇALVES </title>
<url>http://files.nireblog.com/blogs/radyrgoncalves/gravatar.gif</url>
<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com</link>
</image>
<generator>http://nireblog.com</generator>
	<item>
	<title>REVOLTA DE UMA TARDE DE AGOSTO</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2009/08/25/revolta-de-uma-tarde-de-agosto</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2009/08/25/revolta-de-uma-tarde-de-agosto</guid>
		<description><![CDATA[<p>De Radyr Gonçalves</p>
<p>Revoltado<br />
Lavei minhas mágoas<br />
E fique a quarar sob o irônico sorriso solar</p>
<p>Eu não tenho culpa das fagulhas que irritam<br />
Nem tampouco sou culpado pela poeira das estrelas</p>
<p>Eu também erro, meu bem!<br />
Não sou juiz, santo ou deus</p>
<p>Irritado<br />
Levei o meu ódio pra ver televisão<br />
Nada passa de fantástico nesses canais baratos<br />
Nada novo no universo internético<br />
Nenhuma voz nova no rádio</p>
<p>Chutei a bandeira fincada na lua<br />
E fui lavar os pratos</p>
<p>Eu sou de lua, de magnésio, enxofre e cloro<br />
Eu sou de ferro, de paixão, amor e ódio </p>
<p>Mais relaxado<br />
Acendi o fogo, deixei ferver a água e fui preparar minha especialidade:<br />
Nissim Miojo.
</p>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2009/08/25/revolta-de-uma-tarde-de-agosto#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 03:19:35 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>QUANDO CHOVE MINHA TRISTEZA SE ACENTUA</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2009/08/16/quando-chove-minha-tristeza-se-acentua</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2009/08/16/quando-chove-minha-tristeza-se-acentua</guid>
		<description><![CDATA[<p><em><strong>Radyr Gonçalves</p>
<p>Eu tenho uma tristeza distante<br />
Que descama minha pele<br />
E borda minha insônia</p>
<p>Quando chove<br />
Minha tristeza se acentua<br />
E eu fico a contar gotas</p>
<p>Tem um casebre além do rio<br />
Onde deixei meus beijos<br />
Que está abarrotado de solidão e lodo</p>
<p>Eu tenho uma tristeza em uma das faces<br />
E é essa tristeza que vejo no espelho<br />
Quando chove</p>
<p>Quando chove<br />
Minha tristeza verseja<br />
E eu fico a enxugar os verbos.</strong></em>
</p>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2009/08/16/quando-chove-minha-tristeza-se-acentua#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 19:52:27 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>EU ERA ISSO SE NÃO FOSSE AQUILO</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2009/08/07/eu-era-isso-se-nao-fosse-aquilo</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2009/08/07/eu-era-isso-se-nao-fosse-aquilo</guid>
		<description><![CDATA[<p>Eu diria flores não fossem minhas outras falas<br />
Eu diria luas não fossem meus muitos infernos</p>
<p>Eu sou dono dos meus carmas<br />
Eu sou mar morto<br />
Eu sou água, trovão, relâmpago, chuvinha fina...</p>
<p>De quanto em quanto sou cigarra<br />
Beija-flor, meretriz<br />
Pescador<br />
Pecador<br />
Céu de giz</p>
<p>Eu diria mares não fosse esse meu deserto<br />
Eu diria risos não fosse esse choro contido</p>
<p>Eu sou dono das minhas lavras<br />
Eu sou barco<br />
Eu sou lema, lima, limão...<br />
Eu sou a cruz na contra-mão...</p>
<p>De vez em vez eu sou cigano<br />
Traiçoeiro, colhedor<br />
Matador<br />
Lenhador<br />
Nos fartos campos<br />
De Deus nosso Senhor!</p>
<p><IMG SRC="http://lh5.ggpht.com/_TNND4hlQRXg/SSmFwdnSHEI/AAAAAAAABPc/TStTkjG6lJA/s800/Direitos%20autorais%20%282%29.gif">
</p>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2009/08/07/eu-era-isso-se-nao-fosse-aquilo#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 02:01:49 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>DAS OUTRAS ENCARNAÇÕES</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2009/08/05/das-outras-encarnacoes</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2009/08/05/das-outras-encarnacoes</guid>
		<description><![CDATA[<p><img id="image519016" alt="reencarnacao.jpg" src="http://files.nireblog.com/blogs3/radyrgoncalves/files/reencarnacao.jpg" align="middle" class="imgcentro" /></p>
<p><strong>Não sei se os teus seios ou tua alma<br />
Mas lembro que já te toquei</p>
<p>Com você amaciei camas<br />
Desfiz lençóis e fronhas<br />
Me despi em versos<br />
Rimei, remei e rumei sobre teu rio<br />
Cantei, dancei e amei sobre o teu campo<br />
Adocei, beijei e gozei sobre o teu corpo</p>
<p>Não sei no norte ou no outro extremo<br />
Mas eu tomei do teu veneno</p>
<p>Com você eu já fui à forra<br />
Separei, parti e voltei<br />
Voltei, separei e parti</p>
<p>Era você que ouvia eu cantar<br />
Era você que partia o pão na mesa<br />
Que incendiava o vinho<br />
Que lia meus versos<br />
Que ornava minha vida<br />
Que revirava meus livros<br />
Que fatiava a lua de prata<br />
Que tinha de cor a serenata<br />
Que eu desfiava na tua janela.</strong><br />
<img id="image519019" alt="direitos_autorais_2.gif" src="http://files.nireblog.com/blogs3/radyrgoncalves/files/direitos_autorais_2.gif" align="middle" class="imgcentro" />
</p>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2009/08/05/das-outras-encarnacoes#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 01:59:35 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>CONTO PEQUENO DE UM POEMA MORTO</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/conto-pequeno-de-um-poema-morto</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/conto-pequeno-de-um-poema-morto</guid>
		<description><![CDATA[<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STiNLu6mb9I/AAAAAAAAArg/VOWJ-hMvMYA/s1600-h/cruz001.gif"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276122196176433106" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 320px; cursor: hand; height: 240px; text-align: center" src="http://3.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STiNLu6mb9I/AAAAAAAAArg/VOWJ-hMvMYA/s400/cruz001.gif" border="0" alt="" width="320" height="240" /></a></p>
<p> <br />
<address><strong><em>Era uma vez um poema<br /> Que em meio a um dilema<br /> Morreu.<br /> Não sei de quê<br /> Não sei por quê<br /> Mas morreu.<br /> Não se esticou numa prosa<br /> Nem imitou a semente viçosa<br /> Simplesmente feneceu...<br /> Morreu.<br /> Não sei de quê<br /> Não sei por quê<br /> Só sei que morreu.</p>
<p> Radyr Gonçalves<br /> Copyright 2008<br /> 04 de dezembro</em></strong></address>
<address>  </address>
<address><strong></strong></address>
<address><strong><em>Conheça o UNIVERSO DO BEM<br /> </em></strong><a href="http://www.universodobem.nireblog.com/"><span style="color: #cc33cc"><strong><em>www.universodobem.nireblog.com</em></strong></span></a><br /> </address>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/conto-pequeno-de-um-poema-morto#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 03:27:00 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>PRECONCEITO</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/preconceito</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/preconceito</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong><em><br />
<address>Preconceito contra negro<br /> Cigano<br /> Sotaque baiano<br /> Preconceito contra gordo<br /> Contra magro e corintiano<br /> Contra crente, católico, macumbeiro...<br /> Preconceito contra gostos ditos esquisitos<br /> Contra o reggae, o rock, o pop...<br /> Preconceito contra o escondido<br /> O aparecido, contra gay, lésbica, prostitutas e outras sementes...<br /> Contra baixos, contra loiras, contra índios, contra mancos...<br /> Cegos, mudos e aleijados...<br /> Parece regressão, daqui a pouco voltamos à idade da pedra...<br /> Daí teremos preconceito contra o mais ou menos barbudo...<br /> O ser humano inventa de tudo pra ser infeliz.</p>
<p> Radyr Gonçalves<br /> Copyright 2008<br /> </address>
<p></em></strong>
</p>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/preconceito#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 03:25:23 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O FIM DA SAUDADE</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/o-fim-da-saudade</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/o-fim-da-saudade</guid>
		<description><![CDATA[<address><strong><em> <img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276125068456532274" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 237px; cursor: hand; height: 240px; text-align: center" src="http://4.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STiPy6_imTI/AAAAAAAAAsA/SII26Cos3BU/s400/Z1lb5zs6.jpg" border="0" alt="" width="237" height="240" /></em></strong></address>
<address><strong></strong></address>
<address><strong><em>Me abraçou como a mãe afaga o filho<br /> E me deitou no seu ventre virgem<br /> Não disse nada, nadinha...<br /> Ficou calada, caladinha...<br /> Depois cantou baixinho ao meu ouvido<br /> E a canção dizia da saudade fria que quase lhe arrancava o seio...<br /> Dali por diante não mais saiu de mim<br /> Não mais.</p>
<p> Radyr Gonçalves<br /> Copyright 2008<br /> 04 de dezembro </em></strong></address>
<address>  </address>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/o-fim-da-saudade#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 03:24:08 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>CANÇÃO DE AÇO</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/cancao-de-aco</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/cancao-de-aco</guid>
		<description><![CDATA[<address><strong><em> <img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276125810297043250" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 124px; cursor: hand; height: 182px; text-align: center" src="http://1.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STiQeGkGeTI/AAAAAAAAAsI/qdQqYNK2Wqg/s400/gifs3D_MG46.gif" border="0" alt="" width="124" height="182" /></em></strong></address>
<address><strong></strong></address>
<address><strong><em>O amor caiu no chão<br /> Não se espatifou<br /> O amor se metalizou<br /> Trincou o chão de mármore<br /> Não cabe ao amor se despedaçar<br /> Cabe ao amor se alicerçar, firme, duro...<br /> Cabe ao amor caber entre dois...<br /> Esse é o papel do amor...<br /> Ser aço no nosso interior.</p>
<p> Radyr Gonçalves<br /> </em></strong></p>
</address>
<p>
</p>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/cancao-de-aco#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 03:23:05 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>CANÇÃO DE CRISTAL</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/cancao-de-cristal</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/cancao-de-cristal</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong></strong></p>
<p><strong><em> <img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276141306018211730" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 331px; cursor: hand; height: 400px; text-align: center" src="http://2.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STiekEn7J5I/AAAAAAAAAss/qbO4CPR-0RI/s400/20080419213309585.gif" border="0" alt="" width="331" height="400" /></em></strong></p>
<p><strong><em>A taça transborda sob a mesa vazia<br /> Falta alguém, meu bem!<br /> Falta ela, pele dourada, alva, cabelos escuros...<br /> Mas é momento de calar<br /> De deixar a taça transbordar<br /> De deixar a acaso prover o destino<br /> É hora de caladinho, caladinho...<br /> Assistir o espetáculo do vinho bailando na taça de cristal solitária.</p>
<p> Radyr Gonçalves<br /> Copyright 2008<br /> 03 de dezembro</p>
<p> </em></strong></p>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/cancao-de-cristal#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 03:19:55 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>MÚSICA DA NOITE QUENTE</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/musica-da-noite-quente</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/musica-da-noite-quente</guid>
		<description><![CDATA[<div><strong><em> <img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276128383866899058" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 361px; cursor: hand; height: 286px; text-align: center" src="http://4.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STiSz52-CnI/AAAAAAAAAsY/rwYYERkWUmA/s400/mulher_nua_na_cama%5B1%5D.jpg" border="0" alt="" width="361" height="286" /></em></strong></div>
<div><strong></strong></div>
<address><strong><em>Tira a roupa, dorme nua<br /> Como a lua, despida...<br /> Tira os véus da vergonha<br /> Como Adão e Eva se exponha...<br /> Ao natural nu desvendado, se entregue...<br /> Tire a roupa, dorme nua...<br /> Inocente como as violetas<br /> Se agasalhe nos braços da noite quente...<br /> E se dispa de si, nua como ao mundo veio...<br /> Nua, vestida de pele, tão somente.</p>
<p> Radyr Gonçalves<br /> Todos os direitos reservados</em></strong></address>
<p>
</p>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/musica-da-noite-quente#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 03:18:16 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>A FUGA DO AMOR</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/a-fuga-do-amor</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/a-fuga-do-amor</guid>
		<description><![CDATA[<div><strong><em>O amor se foi pela janela<br /> O amor de quintais e quintais saiu a pular os oitões<br /> O amor não viu as margaridas, as violetas, as trepadeiras cor de rosa...<br /> O amor seguiu sua rota torta, vazio e sem cor...<br /> A falta do amor do amor é branco e preto...<br /> O amor nem acenou quando foi<br /> Saiu como se foge, medroso e melancólico...<br /> O amor teve medo de amar...<br /> O amor se deparou com o mar da solidão...<br /> O amor está só...</p>
<p> Vem pra mim amor...<br /> E se enlaça sem medo no teu amado...<br /> Nesta noite quente se vista de lua se mostre nua em teus sentimentos...<br /> Dá-me a mão amor, não foge não...<br /> Quero tua boca, teu hálito, quero travar-me no teu corpo livre...<br /> Teu corpo é meu amor... Veja quantas flores te espera...</p>
<p> O amor foi pelas ruas<br /> Chegou em casa e se trancou no quarto<br /> Revirou as gavetas, leu as cartas, revirou a mente, e lembrou:<br /> O amor precisa de amor...<br /> O amor precisa ser amado.</p>
<p> Vem pra mim amor...<br /> E se enlaça sem medo, desvenda teus segredos de mulher...<br /> E sem medo me abraça, num abraço sem fim.<br /> </em></strong></div>
<p> <strong><br />
<address> Radyr Gonçalves</address>
<address>Copyright 2008</address>
<address>Todos os direitos reservados<br /> </address>
<p></strong><br />
<address><strong></strong></address>
<address><strong></p>
<p> </strong> </address>
<div><strong></strong></div>
<p>  </p>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/a-fuga-do-amor#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 03:16:24 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>ÊXODO CIGANO</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/exodo-cigano</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/exodo-cigano</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong><em> <img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274235420253167794" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 274px; cursor: hand; height: 400px; text-align: center" src="http://4.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STHZK635ILI/AAAAAAAAAg4/3C-d6x93-Ic/s400/1192058156.jpg" border="0" alt="" width="274" height="400" /></em></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><em>Leia a minha mão<br /> Mostre o meu destino<br /> Decifre as minhas linhas<br /> Recite meu futuro<br /> Mostre-me a rota e siga seu rumo<br /> Aqui, ali, alhurdes...<br /> Aqui e acolá, e depois siga seu rumo a lugar algum...</p>
<p> Leia minha mão<br /> Desvenda meu céu<br /> Me diga que a mel no meu caminho amargo<br /> Vaticine meu tempo<br /> Projete meu universo<br /> Me faça tecer novos planos...</p>
<p> Me ensine a voar<br /> Me erga de forma mágica<br /> Num abacadabra me abra a porta<br /> Do invisível, me mostre o portal além das vistas...<br /> Me liberte com um toque...<br /> E siga seu caminho com sorte...<br /> Siga seu rumo<br /> Aqui, ali, alhurdes...<br /> Aqui e acolá e depois siga seu rumo a lugar nenhum.</p>
<p>                         Especialmente para Roseli Munhoz</p>
<p> Radyr Gonçalves<br /> Copyright 2008</em></strong></p>
<p><strong><em>Todos os direitos reservados</p>
<p> </em></strong></p>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/exodo-cigano#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 03:10:44 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O VERDADEIRO AMOR</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/o-verdadeiro-amor</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/o-verdadeiro-amor</guid>
		<description><![CDATA[<div><strong></strong></div>
<div><strong><em> <img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274236655727163746" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 396px; cursor: hand; height: 400px; text-align: center" src="http://1.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STHaS1X2OWI/AAAAAAAAAhA/0vpwDr39vqA/s400/y1p1vPrlKTqzBMFU1p4rQBKkGIX0ah1naAXTKBEu1vN6kGPnSzi-tNvgK-jkbZknify67ay721ic24.jpg" border="0" alt="" width="396" height="400" /></em></strong></div>
<div><strong></strong></div>
<address><strong><em>O verdadeiro o amor guarda o perfume<br /> O verdadeiro amor guarda o silencio da declaração<br /> O verdadeiro amor nem precisa se declarar<br /> O verdadeiro amor brilha como o sol<br /> Como o sol de Maria, de Francisco, de Homero, de João e de Quintino...<br /> O verdadeiro amor é de menino<br /> Que ainda jovem sonha de boca aberta despercebido da lida<br /> Que ainda menino tece na mente o sonho de dois...</p>
<p> O perfume dela<br /> O abraço dela<br /> O ciúmes dela<br /> O corpo dela enlaçado</p>
<p> O verdadeiro amor é sofredor<br /> O verdadeiro amor para o tempo<br /> O verdadeiro amor para o vento<br /> O verdadeiro amor acelera o nada<br /> O verdadeiro o amor constrói o tudo<br /> Como o tudo que Zefinha, Toinho, Bastiana e Crispino outrora construíram:<br /> A casa branca de varandas<br /> Bacuris a correr nos quintais<br /> Arvores, livros meninos e coisa e mais...<br /> O amor tem o poder de construir...</p>
<p> O verdadeiro amor é de menino<br /> Que ainda jovem sonha de boca aberta despercebido da lida<br /> Que ainda menino tece na mente o sonho de dois...</p>
<p> O perfume dela<br /> O abraço dela<br /> O ciúmes dela<br /> O corpo dela enlaçado no meu corpo.</p>
<p> </em></strong></address>
<address><strong><em>Radyr Gonçalves</em></strong></address>
<address><strong><em>copyright</em></strong></address>
<address><strong><em>All Rights Reserveds<br /> </em></strong></address>
<address><strong></strong></address>
<address>  </address>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/o-verdadeiro-amor#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 03:07:00 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O ANJO DO DESTINO</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/o-anjo-do-destino</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/o-anjo-do-destino</guid>
		<description><![CDATA[<div><strong></strong></div>
<div><strong><em> <img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274238581703037410" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 329px; cursor: hand; height: 345px; text-align: center" src="http://4.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STHcC8MR0eI/AAAAAAAAAhI/1oR_BiT1tho/s400/untitledGGGG.bmp" border="0" alt="" width="329" height="345" /></em></strong></div>
<div><strong><em>Anjo do destino<br /> Tu resistes<br /> Eu insisto: Dá-me a lua dos meus sonhos...<br /> Dá-me a maçã que peço, a pele que almejo, o sorriso que ilumina os dias...</p>
<p> Anjo do destino<br /> Tu te escondes<br /> Eu te procuro...<br /> Brinde-me com o meu querer<br /> Conceda-me tal benção<br /> Daí-me o que suplico; a pele anjo do meu ser amado, o corpo virgem, a doçura da alma de quem tanto amo...</p>
<p> Anjo do destino...<br /> Dá-me a mulher que é o prisma do meu universo<br /> Que é o universo do meu universo<br /> Nada mais te peço, senão o perfume da alma dela pelos meus dias de eternidade...</p>
<p> Eis minha suplica ao anjo do destino...<br /> Espero positivas respostas.</p>
<p> Radyr Gonçalves</em></strong></div>
<p> 
<div><strong></strong></div>
<p>
</p>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/o-anjo-do-destino#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 02:59:27 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O SILÊNCIO CANTADO</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/o-silencio-cantado</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/o-silencio-cantado</guid>
		<description><![CDATA[<address><strong><em> <img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274239775180100258" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 345px; cursor: hand; height: 378px; text-align: center" src="http://1.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STHdIaPYkqI/AAAAAAAAAhQ/D5khqJ-uXwk/s400/Imagem%2520019.jpg" border="0" alt="" width="345" height="378" /></em></strong></address>
<address><strong></strong></address>
<address><strong><em>Cante em silêncio<br /> E sentiras cada nota da canção falar alto<br /> Sentiras tu´ alma além do asfalto que calça os teus pés<br /> Cante em silêncio diariamente<br /> E sentiras que teu ser cresce uniformemente<br /> E sentiras a atmosfera do ambiente celeste<br /> O silêncio é a oração perfeitamente cantada<br /> É o sinal de Deus se aproximando<br /> É quando toda calma se instala no ser<br /> No silêncio toda mentira se desfaz<br /> Todas as trevas ganham o sol próprio<br /> Toda lágrima se cala no silencio<br /> No silêncio a sabedoria perdura<br /> A paz reside no oceano do silêncio<br /> Todo o universo trabalha na mecânica do silêncio<br /> E no silêncio são criadas as mais raras obras<br /> No silêncio nosso livro se abre<br /> No silêncio a guerra se abate<br /> O orgulho se destrona<br /> A humildade floresce<br /> A fé se alicerça<br /> A dor se alivia<br /> O faminto se regala<br /> O sedento se farta<br /> O nu se veste de luz<br /> O sem rumo encontra a caminho<br /> O abatido encontra forças<br /> O doente encontra o bálsamo<br /> O solitário encontra a mais doce companhia no silêncio<br /> Pois o silêncio em sua plenitude, deveras, é Deus presente.</p>
<p> Radyr Gonçalves<br /> Copyright<br /> All Right Reserved </em></strong></address>
<address>  </address>
<address><strong></strong></address>
<address>  </address>
<address><strong></strong></address>
<address>  </address>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/o-silencio-cantado#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 02:58:14 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>SOB A LUZ AZUL DO LUAR</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/sob-a-luz-azul-do-luar</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/sob-a-luz-azul-do-luar</guid>
		<description><![CDATA[<address><strong></strong></address>
<address><strong><em> <img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274247776705850002" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 395px; cursor: hand; height: 246px; text-align: center" src="http://2.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STHkaKPyKpI/AAAAAAAAAhY/8rhqcXllGhA/s400/nua_mulher.jpg" border="0" alt="" width="395" height="246" /></em></strong></address>
<address><strong></strong></address>
<address><strong></strong></address>
<address><strong><em>Teus seios sob a luz azul da lua<br /> Seminua, e eu desejoso de ti<br /> Querendo tua pele, mente, alma, corpo, vulva...<br /> Invejo a lua que ti toca em chamas<br /> Que te envolve lábios, seios, ventre, via corpo a fora...<br /> Atenho-me ao vulcão é o teu divino corpo...</p>
<p> Teus seios sob a lua azul da lua<br /> Despida, despida de roupa, de alma, de pudor...<br /> Plenamente entregue, desbravo cada pétala do teu paraíso úmido...<br /> Deito-me, embrenho-me no teu corpo doador...<br /> Leva-me ao ninho de gozo, me exponho a escravidão da carne...<br /> Roubo-te do olhar vicioso do luar azul...</p>
<p> Teus seios sob a luz azul do luar<br /> E eu perdido no labirinto das tuas pernas, no suor perfume do teu gozo exposto...<br /> Anseio tê-la pelas luas do sempre<br /> Anseio tua pele, tua boca, teu desejo cor de vinho...<br /> Anseio pelos meus toques ávidos tirando peça por peça das vestes que te veste...<br /> Quero teu seio mel, teu lírio, tua fenda intima, quero me agasalhar e me doar eternamente num orgasmo lírico.</p>
<p> Radyr Gonçalves<br /> Copyright 2008<br /> 28 de novembro<br /> Todos os direitos reservados<br /> </em></strong></address>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/sob-a-luz-azul-do-luar#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 02:54:42 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>SEMENTES DO AMOR</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/sementes-do-amor</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/sementes-do-amor</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong></strong></p>
<p><strong><em> <img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274584799563273442" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 253px; cursor: hand; height: 362px; text-align: center" src="http://3.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STMW7eOk1OI/AAAAAAAAAiE/JsnMkvW_rXc/s400/fazendo_amor_top.jpg" border="0" alt="" width="253" height="362" /></em></strong></p>
<p><strong><em>Sementes que mentem no sêmem do gozo em teu seio aberto<br /> Na cama, estendidos, lameados pelo supra sumo do prazer<br /> No chão os destroços das malhas amassadas<br /> Na taça, o vinho dosado do nosso ato, do nosso néctar, do suor que nos une...<br /> Sementes do teu ventre triangular, da tua alma ainda virgem de amor...</p>
<p> Arranjamos-nos em meio ao fogo do chão que se fez cama<br /> Na cama construímos um universo de beijos e peles<br /> Selados, escravos dos laços das pernas, das coxas petrificadas entre o tremular das nossas carnes ardentes...</p>
<p> No mar de cama e carnes<br /> Navegamos corpo no corpo<br /> Penetrados, rasgando elo por elo dos nossos castelos virgens...<br /> Tu, entre o alvor da pele e o teu pedido de orgasmo...<br /> Eu, entre o toque santo e o envolver malicioso das minhas mãos nas tuas entranhas nuas...</p>
<p> Entrego-me eterno, completo, sem vestes, visto-me de tu, do teu corpo nu.</p>
<p> Radyr Gonçalves<br /> Copyright 2008<br /> Todos os direitos reservados</p>
<p> </em></strong><span style="color: #6600cc"><strong><em>Especial para Dhébora Linhikys e Mário de Castinho, também para Isabelyta Recom e Pedro Dias...</p>
<p> </em></strong></span></p>
<div> </div>
<p>
</p>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/sementes-do-amor#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 02:52:37 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>MOMENTO</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/momento</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/momento</guid>
		<description><![CDATA[<address><strong><em> <img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276116885966586850" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 322px; cursor: hand; height: 400px; text-align: center" src="http://3.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STiIWo16g-I/AAAAAAAAArY/KE3hcKNrgPQ/s400/lindo2%5B1%5D.jpg" border="0" alt="" width="322" height="400" /></em></strong></address>
<address><strong></strong></address>
<address><strong></strong></address>
<address><strong><em>Embrenho-me no teu terreno úmido<br /> Me elevo ao céu deste paraíso molhado<br /> De gozo pleno, dito orgasmo...<br /> Da música sussurrante do teu gemido sentido...<br /> É pele, corpo, suor...<br /> São coxas entre coxas, pernas entre pernas...<br /> Membros ativos, saltos, selvagens grunhidos...<br /> É cama, chão, tapete...<br /> É veste por veste jogada ao nada...<br /> São mãos, pés, bocas, olhos e alma, voltados para um momento só:<br /> O momento de amar.</p>
<p> Radyr Gonçalves<br /> Copyright 2008<br /> 02 de dezembro<br /> </em></strong></address>
<address></address>
<address>  </address>
<p>
</p>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/momento#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 02:50:44 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>SER</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/ser</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/ser</guid>
		<description><![CDATA[<p><strong><em> <img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274222949405404562" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 325px; cursor: hand; height: 360px; text-align: center" src="http://1.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STHN1BWFrZI/AAAAAAAAAgA/5i9-NnAj43I/s400/untitledcisit.bmp" border="0" alt="" width="325" height="360" /></em></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<address><strong><em>SER, bem mais que TER...<br /> SER é transcendente, imortal, divino...<br /> SER é distinto, poderoso, grandioso, inefável...<br /> SER é o estado maior da elevação.<br /> </em></strong><strong><em>SER se difere do TER por razões óbvias:<br /> O TER se exauri.<br /> O SER se eterniza.<br /> O TER se enferruja e as traças corroem.<br /> O SER é ouro extraterreno.<br /> O SER não precisa de méritos e honras pra ser exaltar<br /> O SER É. Simplesmente.<br /> O TER é presunçoso, soberbo, pequeno e quaisquer vento o espalha.<br /> O SER é concreto, manso, gentil e nenhum temporal o apavora.<br /> Busquemos SER e não só TER...<br /> Pois o TER amanhã pode ser passado.<br /> E o SER sempre será presente, sempre.</p>
<p> </em></strong></address>
<address></address>
<address>  </address>
<address><strong><em>Radyr Gonçalves</em></strong></address>
<address>  </address>
<address><strong><em>Copyright 2008</em></strong></address>
<address>  </address>
<address><strong><em>Todos os direitos reservados</em></strong></address>
<address>  </address>
<address><strong></strong></address>
<address>  </address>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/ser#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 02:47:58 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>NORMA, A NOIVA</title>
	<link>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/norma-a-noiva</link>
	<guid>http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/norma-a-noiva</guid>
		<description><![CDATA[<address><strong></strong></address>
<address><strong><em> <img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274224750147248386" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 267px; cursor: hand; height: 400px; text-align: center" src="http://4.bp.blogspot.com/_lUX7E2XK4TI/STHPd1oZoQI/AAAAAAAAAgI/jqNpXzeKWR4/s400/noiva_abandonada.jpg" border="0" alt="" width="267" height="400" /></em></strong></address>
<address><strong></strong></address>
<address><strong><em>Norma, sem regras, sem norma.<br /> Enlouqueceu, graças a Deus só enlouqueceu, poderia ter sido pior...<br /> Poderia está louca e grávida.<br /> Poderia está louca e paraplégica.<br /> Poderia está louca e pobre.<br /> Poderia está louca e com outros tipos de mazelas.<br /> Poderia está grávida, pois se meteu com um homem cafajeste que a abandonou no altar da igreja de São Sebastião...<br /> Poderia está paraplégica, pois caiu da moto desse demônio chamado Araújo.<br /> Poderia está pobre por que o meliante queria dar-lhe o golpe do tesouro...<br /> Norma herdará dezenas de casas, fazendas, carros e uma fortuna em dinheiro...<br /> Ainda ganha pensão.<br /> Norma triste e louca...<br /> Abandonada no altar, agora vive a cantar:</p>
<p> ´´A lua me levou o homem<br /> Que amei, que amarei...<br /> A lua me levou o homem<br /> O homem que era meu bem´´...</p>
<p> Norma, casta, puríssima, como a mãezinha de Deus...<br /> Não cedeu pro calhorda...<br /> Norma educada nas rédeas das religiosas da escola do Bom Conselho...<br /> Norma pura como a flor virgem da primavera de setembro...<br /> Norma desmemoriada...<br /> Norma sentenciada pelo destino fatídico da loucura..<br /> Norma sem regras de consciência...<br /> Não diz coisa com coisa...<br /> Não fala fala com fala...<br /> Não decora o seu papel de moça privilegiada pelo poder da riqueza...<br /> De nada vale seu ouro<br /> De nada vale seus vestidos de seda importada...<br /> De nada vale suas pinturas famosas...<br /> Suas relíquias, seu brasão de família imponente...<br /> De nada vale sua beleza, seu porte europeu...<br /> De nada vale suas habilidades se estas estão embutidas no intimo da sua alma...<br /> Norma foi sentenciada pelo destino...<br /> Norma fora abandonada, fora mal amada...<br /> As flores que recebia eram flores do interesse...<br /> Os chocolates caros que recebia eram, amiúde, carregados de intenções vantajosas...<br /> Norma bebeu o cálice da solidão...<br /> Enlouqueceu... empobreceu de mente, emagreceu de corpo, está pálida...<br /> De alma falida, de cara abatida, sozinha no mundo com sua riqueza que não lhe serve de escudo. Não serve de nada, absolutamente.<br /> </em></strong></address>
<address></address>
<address>  </address>
<address><span style="color: #cc33cc"><strong><em>Um texto de Radyr Gonçalves</em></strong></span></address>
<address>  </address>
<p><a href="http://radyrgoncalves.nireblog.com/post/2008/12/19/norma-a-noiva#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 02:45:31 +0100</pubDate>	</item>
</channel>	
</rss>
 
